Mensageiros de luz e virtude mensageiros de tudo o que a esta Vida alude mensageiros do bem, estar e ser e ter - constituição - qual pedra angular ou pilar ou quem para bem defefender e guardar? onde oara a ajudada para se reerguer bandeira de vida que não muda para se reerguer virtude e fermosaura para se trazer de volta o velho e novo quo tempo envia para longe quando este tempo apura e da gente - do povo- se faz consumo... cidadão oco onde quem - cavaleiro - ou mensagem - desde dentro a se erguer se reerguer de entre as brumas da coragem... entre tantos pés que marcham - contra canhões de biliós - se despacham... de lés a lés - deste nosso estranho convés desta barca desta vida que tu também és... a prentendem pisar vilipendiar esquecer ou simplesmente mudar...
O Cavaleiro e o Anjo
Passos da noite Ao romper do dia Quantos se ouviram Marchando a par Batem à porta Da hospedaria Se for o vento Manda-o entrar
Vejo uma espada De sombra esguia Se for o vento Que venha só Quem está lá fora Traz companhia Botas cardadas Levantam pó
Venho de longe Sem luz nem guia Sou estrangeiro Não sou ninguém Na flor queimada Na cinza fria Nunca se passa Uma noite bem
Foge estrangeiro Da morte escura Pega nas armas Vem batalhar E enquanto a lua Não se habitua Dorme ao relento Até eu voltar
Há muito tempo Que te não via Um anjo negro Me vem tentar Batem à porta Da hospedaria É aqui mesmo Que eu vou ficar
Letra e Música: José Afonso Álbum: Cantares do Andarilho (1968)
um auditótio
nacional
de espanha
centenário
da república
aniversário
da entrada
VINTE E CINCO ANOS
não são nada
para quem partilhou a mesma vida
a mesma estrada
a mesma terra
desde sempre
como neste canto
em vida entrelaçada
tantas vidas assim nomeadas
tantos nomes que nos falam do horizonte
que juntos vimos
e acompanhamos
enquanto nasciamos
debeixo de nomes
definidos
semdpo a vida nossa
essa
a tal
a fermosa
essa vida feito cante
e poeme e prosa
que agora
em auditório
de festa celebrada
se festeja em vida
essa vida
que não mais acaba
uma eféride
num tempo e lugar
um momento
no tempo
a nos evocar
relembrar
quem sabe talvez
despertar
como nação
e natio
e natividade
e natais
que são
todo sos dias
que os celebramos
e nestes tempos
muito mais...
assim os convidados entrelaçaram
vida, amor calor e peninsula consagrada
numa só voz
dita de "destino"
"fado"
assim festivo
entre povos irmanados
de novo vivo
caminhos de luzes lácteas
que nos trespassam
que desde todo olugar
atravessam a nossa enorme
pequena instancia
trazem gentes
e vidas
e sortes
para este NOSSO
povo
que as conforte
com saber
receber
como saber
bem estar
e
aparender
como sempre fomos
mariza
do outro lado do mar
ele
calé
espanhol vivo
almorávida despido
em
guitarra e som a se celebrar
é um novo "reino unido"
pela cultura mais popular
pelo coração vivo
que nos convida a cantar
vidas e vozes e culturas
humanas fermosuras
Universais
valores
a se
reencontrar
a se rever
melhores
do que tantos e tantos
se atreveram
em
espelhos baços
a
imaginar
nesse auditório
talvez especial
celebramos
como em natais
de sempre
os encontros
os lamentos
guitarras assim confirmem
mais não desmentem
sejam de seis ou doze cordas
saudosos
sejam saudade,
morriña, AÑORANZA
algo que se estende
por dentro e por fora se entende
de costa a costa
que se compreende
quando assim se mostra
pungente e vivo e elequente
(quem desmente)
depois adormece
certamente
como todos nós
na noite...
e
voltamos
de entre o dia mais claro
assim abrimos novo olhar
a um mundo novo
nos erguemos
pouco a pouco
recordamos
esse caminho
de vida
dos tempos
esses tais profundos, sublimes altos
tempos
huildes tempos que juntos
ainda juntos
em romarias festivas
em palavras amigas
em lares e esses tais "lugares"
onde os lares interiores
ainda nos aquecem...
tanto...
tanto...
...partilhamos...
essa que canta
qual Amalia
que todos temos na voz
(AMA)
qual Rosalia
que anuncia
um regresso
que ninguém previa
(RESSURXIMENTO - do maor àvida, à terra, à liguagem... à agua da fonte, ao vento e sua arah«gem, ao monte verde engalanado - assim traduzido em gentes de garrido fato dançado)
qual um quixote cantado
que se ergue contra gigantes
e assim os tomba - feitos villanos
Cervantes o trovador
Camões o cantador
poetas que cantaram impérios
nós simples
nós vivos
nós sérios
sabemos
que são os pequenos
quem os ergueram
ésses que somos
que juntos
desde sempre se conheceram...
nas mesmas costas assim pescaram
semelhantes percalços atravessaram
sofreram os mesmos
"ultimatums"
das ondas, dos medos e dos seus "aparatos"
de entre
"novos"
barcos de vivos encantos
feitos
quais cordas sonorosas
vivos prantos
agora
como mariza
por nós
em nós ecoam
e em voz nova clamam
em nossa viva voz chamam
foram as dissoluções das ordens das nações
de naçoes de centúrias
além ficavam império e vontades espúrias
estavam as gentes que se partilharam
gerações ali viveram
testemunho e antergos
em solo sagrado enterraram
e agora voltam
e se irmanam
pois seja na latina
seja na do norte, seja do centro
é hibérica a sua ascendência e melhor sorte
são os humildes
"ali" os fortes
os que carregam opeso dos dias e fazem magias onde mais ninguém pode
são lugares e gentes e cantares
culturas populares
de forte cerviz
que seguem vivas
contra a corrente
do que o resto
do pequeno mundo
diz...
como cantar uma cultura tão antiga
em bem alinhada
em constituição tida
pelas antigas gentes
m promessa lavrada
comoções entre nações entre tempos de espanto
neste nosso recanto
de dia
digo que não te quero
de noite sonho contigo
quando o mundo envolta parece escuro
ou
frio
será de amor
novo investido
onde nascerá
onde estará
o melhor amigo
esse que nos fala desde longe ou perto
que é testemunha
sempre
"vivo testigo"
estárá tão longe
como o canta Mariza
vem
alento
qual brisa
no lo diga
estará na lágrima
de água e sal
gerações
de gerações
perdida
transformando sal em vivo amar
nesta terra
na terra inteira
áli onde Humanidade
ainda se possa encontrar
costas
não de costas
costas que partilhamos
a velejar...
a marejar
a nos namorar
de costas
com costas
mais fortes e juntos para
estas
"novas e antigas amigas"
tempestades frias
aguentar
confiança
xaile de mãe e de avó
de quem "adormece"
sabendo
que mais não estará só
cultura mais antiga
que Europa algum vez viu
Universal nos gera
UNIVERSAL SE PARIU
permanece viva
e em vida se faz
onde alguém assim a sentiu
em vida existiu
VIDA ASSIM FEITA
TAL QUAL
UNIVERSAL
por uma lágrima
de amor de vida
de ser amigo ou amiga
um lágrima
DE ALEGRIA
Quando a canta
tanta gente
que parecia
desconhecida
assim melhor se recorda
se ouve
seu eco
esse
que
por dentro
nos faz ser
perfazer
permanecer
esperança e fundamento
nesse tal
jardim de esperanças
de sonhos e vidas
de seres humanos feitos adultos criança
entre as estrelas
mais belas
as de boa bonança
dos zéfiros
sonhos
que em vida
que se alcançam
e se alçam, se entrelaçam
quando
pelo menos duas vozes
o recordam e se alçam
céus devidos
céus ahvidos e por haver
que portas entramos ao fim do dia
e por que portas voltamos nós
em dia novoa renascer?
qual a luz que trema
que força maior se oponha
à força da vida
em vida
que assim em viver
a vida se disponha
não importa
onde
importa sim
a tal
distancia
trespassam mundos e fundos e se reerguem
e
dos
vazios
dos tais
que se deixaram
fazem
cheios corações vivos
por ter plantado
desde dentro
essa chama candente
suavemente
fina espr'ança
perfazemos
mesmo entre quem nos negue
o caminho e a vida
e a dignidade da vida
que desde sempre prossegue
assim se mostram
assim se entregam
estes povos nossos
que na barca
"de pedra"
navegam
além dos mares mais profundos
dos tectos negros que não se mostram
além dos firmamentos
silentes
Humanos corações
todos
os vossos
os nossos
tudo em vida conseguem...
pois a estrada da vida prosseguem
pais natio nação
de nascidos, de irmanados vivos
que partilham sem fronteiras
o que são
o que pensam
á sua maneira
tantas
quantos os apelidos lho dizem
Rodrigues... Rodriguez
quantos assim se entrelaçaram
sem saberem
que eram ramos da mesma vida
que de longe
nunca de fronte se entreolharam
nestes sonhos de vida e viages e monstros medonhos e cabos
assim atravessaram
e uma história
e vidas
uniram
em sonhos novos se mostraram
quantos são
qual essa una nação
que não lembram
e
secam
em linhagens
e linhas
e noiliários
e diários varios
se percam
e se desc'vaneçam
e do amor maior
do louvor de dar de si
da mão em mão
de irmã a irmão
da luz que é em ti
em mim
entre quem as lembra
seja a etremadura
seja andalucia
seja o Alentejo que aniuncia
ÓLIVEIRA - MINHA
rama da prata mais pristina
na roda inteira
quem em olhar de louvor assimse ilumina
qual árvore devida em flor
que ao mundo inteiro a vida em si anuncia
quem mais ame
o que de "ti" mana
a tua virtude
a tua força
a tu viva chama
e de
"norte a norte"
pedra forte
costas
de costas
essa tal
"morte"
conceito não sonhado
em vida
viva
nunca experimentado
e se assim nomeado
e levado
e plantado
seja pelos mortosém vida
assim colheitado
nós
os vivos
seguimos´caminhos de vida
por aqui
por além
desde outrora
desde essa boa "hora"
até aquém
desse momento
que se aproxima
que se promete
que se pronuncia
e em voz humana
depois se repete
e ecos
e ressoa
e para a eternidade
se eleva a Humanidade
a boa...
Lis em flor
flor das águas
esperança maior
de um a outro lado
quem a viu
sentiu
a
caminhou
e
palmilhou
terra na que estamos firmemente erigidos
como esteios e estátuas
assim vivos
quem pela vida
amiga
se não sentiu prendado
aqui
além
em algum lado
sejam as casonas Navarras
que são do granito tal
qual
as de um certo Minho
ou Trás os Montes...
igual
gentes
récias e firmes
régias sempre
ao aguentar
a eira
a leira
o saber fazer
o saber ser
e o saber parar
dias de "san queremos"
que vão de encontro ao "relógio" a nos mandatar
ser obtuso
comvexo
que nem tem alma
nem vida
nem voz para nos comandar
vianas
e
arcos
nomes que todos lemos
seriam em minhos
seria lá nos altos...
seja porque
também
já
"lá"
juntos
estivemos
Aragón de montes neves
e pequenasgrandes coisas
que se encontram
gentes mais jovens e leves
Trindades - Trinidad de Arre
que no oferece
nos enriquece
simplemente
quando detrás de una curva
de un negro monete
de una noche oscura de lluvia
la luz de alumbre aparece
fuerza huamana
cália y acojedora
que nunca más se acaba
no meio
do estio
destee stranho "frio"
fraternidad
y que se derrita el hyelo
de volver-se
en Humanidad a encontrar
como uma pequena senhora
que no meio da noite
que
no meio da tempestade
nos convidaa entrar, a secar corpo e alma e roupagens
a comer - sem duvidar
quem entra
sem duvidar
quem se sabe...
quem vê com o tal
"outro olhar"
de
HUMANIDAD
a ser
plenitud
a
rebosar
seja em Padrão ou Herbón...
seja num outro lugar
somos as gentes desta terras
espalhadas por todo lugar
se uvidas sobrassem
perguntassem
para aue as terras por nós pudessem falar
e diriam
os cantos do trigo
falariam
das árvores ao sol por marese marés de vrdor
diriam o beijo das marés ao encontrar
as nossas costas de amor
em vagas amiga sa abarçar
diriam
da rqiueza da água que se escorre em correnteza
das corredoiras
dos rios
dos Guadianas mesmo nos lugares mais quentes
e nos espaços mais distantes
e das gentes
que se entregam
em vida amiga
qual as d'antes...
e entre a Castela mais antiga
Bercianos - RELA CAMINO -
que o diga
uma exerga em pleno chão
e gentes que apelemáo mais simples emais humilde
desde o repasto
a daras mãos
a colocar amesa
à tradução
a se dar abrigo
a amiga
ou amigo
peregrina
peregrino
da VIDA
que passa
da vida que somos
da vida em forma humana
que palpita entre nós todos
e no bierzo
quem não apareceria...
seja um templario que não o era- madrleño de sua vida - que em um pequeno 2curral2 nos recebe
de entre a neve c«nos consegue salvar
e entre o amsi escuro frio
úma campainha de brio
leite e cafe quente e bolachas...
manjarín... e ali está... e segue e segue aperseverar
porque não nos conhecemos mais e tanto
se somos os mesmos de sempre
esses e essas que - com sorriso em lábio
e uma faina, uma eira bem presente
erguemos mundos de abraços
sendo nós
essa tal
a gente...
quem quer casar
oq ue já está junto
quem consegue separar
gentes
tradições sangue sa se mesclar
por amor
a trespassarmuros
a brir novos rumos
a trazer o mundo inteiro a este lugar
em redes de marinheiros
e em passos de peregrinos a nos passar
quem se lembrou de o mundo em amor juntar
depois de quinhetos anos
aind apoder acnatúma liguagem que se perdia
homenageada quando alguém perseguia e mais não deixava
seja o casamento maior
de uma guitarra a cantar
que não negue
um fado
um destino
de añoranza ainda entre nós a pesar
o nosso destino
feito em amarras
de barcos que levamos
a todos os ladosé gentes que agora nos guardam
tantas 2colónias2
h«oje livres
que nos olham e cantam
com voz de moçambique
com voz almorávida
com voz latina
reescrita
de volver
qual carlos gardel
quem diria que na argentina
havia mais galeguesia
do que em galiza capital
quemd iria
que em Paris
existiam
Mai portugueses
do que na Lusa Capital
quem dá nova Yorque sente
e novo trabalho
NEWORK - em abrigoé a havanaántes de ser de fidel
era de quem lá compos u«hinos
e reestabeleceular
e entre quem assiste
e vê na Inglaterra
gentes a abeirar
entende
qeu as nossa gentes
desde ali ao luxembr«urgo
à suiça
ao grande burgo
se conseguiram adaptar
e ali se econtram
esperando
para ajudar
porque olhar a vista atras
como esposa de lot
em estátua de lágrimas
de sal se transformar
se omundo inteiro
está em frente
bem em frente
bem distribuido
expectante
de que algo
aqui falta
para se lembrar
o que neste fado
alguém
se lembrouáinda vindo
de geração anterior
de um outro lugar"
ao sentir na pátria
destino
de estar de novo unido
o que não mais
niguém mais
pode assim se parar...
que quando as obviedades se encerram´
e os olhos do coração se abrem
as gentes que avid aliemnetam´se encontram elugraes
que nos são pares...
quenão existe fronteira
que contenha
a andaluzia
da sua vizinha
capitais antigas e novas
senhoras de escolas
qeu se fazem´castelas as velhas as novas
quais as mais antigas
quais as mais senhoras
as da labuta de todos os dias
as as grandes estruturas de soberania erigias
OU SÃO TODAS?
quandoo cporação se vela em choro
de água e mar e consoloé vemos que é anossa mesma vida
quepaira no "mar de amar"
não distingue marinheiro"
se as orlas
e as costas
tão peroladas
são de terras lusas
se das espeanhas
sentidndo que nos tiraram
quando etramos
o mesmo pão
sabemos que seguimos o mesmo destino
que nos nome pátria não
quotas para todos
assim
quotas para se desfazer
pouco a pouco
tanto por mim
que falo luso sentir
como por ti
seja castela a tua forma de te expressar
seja a linguagem mais bela
que nesse tapete de esterlas
´consigas assim bem falar...
mesmas costasmesmas memórias
memas tradições antigas, antiguas, anterga s aguardar
que lo cante galicia
quelo dia em galaico português
que lo sepa la lusa história
e lo grave en color de "pez"
que o mar de maar era nosso
de les a les´não por possuirmos as águas
nem as linhas que se marcavam´sim por viver´do que as águas assim nos davam
se uma e outra vez
é a todos
é a todas
que está 2marea" ataca
é atodas
é a todas
que nso pede
para levanatr vista e g«horizonte
à fonte
de onde nossas vidas manan
terra, Gado e mar... de pois industrias tantas como se possam encontrar - depois erviços
que masi não são para exportar
são pessoas seres huamnos´tão amados
aqui
como nalgumoutro hispano lugar
assim quem pague
e nos faça enterrar
nem amigo
desta ou daquela gente
é inimogoínimiga´deste nosso suave e cadente rumar
desta nossa forma de ser
e estar
que aqui esteve
desde sempre
que acolheu
povo e nobre eplebe
e assim soube bem receber
e se estendeu pelo mundo inteiro
e chegando´nos dias presentes
sejam estas
nossas gentes
PRESENTES VERDADEIROS
longe da terriña diriam alguns
quando passam lobos de inverno
não poupam nenhuns
se nos unimos mais fortes estaremos
de costas voltadas´melhor nos guardaremos
separados
nada mais valemos
tal como a hispania de outrora
que não se separa
reune e define e ampara
as formas p´roprias de cada ser e sentir nação
debaixo de um mesmosimbolo´de um apelo
de uma constituição
de inspiração inspiarada´numa semelhante tragédia
aparenetemente´hojee squecida
e da memória dos povos afastada
foi algo que nos atingiu a todos
e que raramente lembramos
sejam essas memórias
que em docmntos legais e constituição gravamos
que nos despertem
na memória dos temposé das gentes
que ainda´viventes
podem ser assim+facilementeéc«vocados
aqui, ale´m, ali e em todos estes nossos lados
hinos e simbolos e canatares
ditos nestas linguagens
referentes a todos os lugaresúma guerra civilúm tempo sem homens
de fomes
aqui e a lém a grassar
foi uma anterior
depois posterior´na nação de Portugal
foi outra emtoda a nação
lés a lés
quem pensa
que esta força
alienadora
nem sequer tocou lusos pés?
quem sabe que tem filhos e filhas´quem sabe que
coração sofre´longas ausencias mortais
serão lusos marinheiros emif'gtrantes´carentes devida e de amantes
serão galaicos
serão espanhóis
serão os filhos de uns e outros
hoje em dia lam«nçados ao estrangeiro
DE NOVO AO ESTRANGEIRO
para ganhar o pão
que aqui
desde SEMPRE
SEMPRE
HOUVE
e FORTE
fpoi GARANTE DE COESÃO?
será que não ha europeia união ou mandato
que veja e sinta e saiba´que aqui
havia
o que a fome de vida assim mata?
eram as laranjas senhora
laranjeiras de virtude
a homens e mulheres se alude
liberais períodos
que
no inicio capitais
vão e vêm
´são os atais
trovas do vento que passa
olinhas que beñene van
essas estranhas aragens
que levam as raizes e frutos e flores
de virtude e f«vida por todas aspartes
que levamos nós dantes´no sonho de impérios
que levamos hoje por assuntos bem sérios
nossa mesma linhagem´nossa mesma enraização nossa mesma coragemó nosso mesmo coração
que importa a fala
se falamos todos igual
que importa o sentido da fala
se aqui e além também sofre alguém
seja ali assim
também Portugal
seja ali - comigo - e em ti
Galiza ou Espanha por igual...
se estamos na mesma barca
desde sempre navegamos
mares destes
de
tormentas
sempre
soubemos e bem passamos
alguém cu«ircumnavegou´na coroa de espanha se ecnontrou
alguém foi as americas
e à galiza voltou
seja um seja outro
e o
"OURO QUE VALE A PENA LEMBRAR"
esse "ouro que não sepode contar"
que se canta e se marca - nos lugares mais altos
pelos mais alto spináulos
vivos e inspiradores
amos de vida
senhores
e senhoras a estivar
esses e ssas que cantame enconatm os destinos me nós apartilhar
que ameseta é tõ rica quando na proimavera se vem iluminar´que ocante do alentejo
igualmente áo mundo inteiro veio ecoar
berço de nascimento
mesmo desde antes de ser tallinguagem de irmanamentoéntre primosá maioral
homenagemq ue vemos´nessas tais linhas de vida´RIOSá nos unir
e definir´rios de vidas tão cheias
PERES
Vimara´PEEZ
calatrava ou AVIS
quem se lembra quem destinava
e quem assim se juntava
estes dois senhores da noss cultura
a mais alta
neste pequeno espaço´de tempoé de fundamentoém pedra de fundamento´da fundaç~ºao
gravam´qeu o ser português
como diz os pinos que alguém emPondaliana fala fez
é quem compreenda
com v«bom coração de novo entenda
e Daniel
que se refugia
no governo entre a Habana
assim os conceitos abana e anuncia
que galego vive agora á sombra da bela árvore
das Laranjeiras de Portugal
e que uns e ouros assim sempre viveram´quando o destino
nos corria
mais ou menos
bem
mal...
mesma luz e lua
mesmas costasé flores´mesmas zonas de peles nuas´labutando no silencio
mesmas gentes que somos´mesmos lugares que julgmos ter
até um di partir
sem sequer nos lembrar de os defender
não é do vizinho amigo´que se tem que temer
é do lobo do inverno´que ataca quando e como puder
cantava um rei doutros lados
junto com sua rainha também
plantava pinheiros altos´pineiros de alto verdor
que cantamos hoje em forma de fadoAMÁLIA NÃO MINTAS
que em panteão real ainda estás
em panteão nacional
ainda nos dás
memórias além das histórias
que assim mais não se podem "olvidar
seja D. Pedro e o amor mais pungente
que fale
doq ue une e mais nãi termine ou acabeálém das regencias
e da intendencias
além de tudo o que apele ao coração
corações trespassados
esvaídos por todos os lados
corações de raição estilhaçados
para que descansemós eternos
os eternos amantes namorados
O quarto depois que o diga´para pagar tamanha injúria
que ofereceriaém nome das regencias e coroas
que se sobreponham
áo que os povoas
ao que as pessoas que em amor se doam
oferecercoração por coração
memória
de se expandir
quando uma só cidade
um leão
uma legião
uma nova invenção
nesse norte de aut«rora forte
fez ruir
pareceia impossivel
resistir
a tal aragem
e foi forte e fiel e firme
das gentes e terra á comum coragem
força dos humildes e o que parecia consumado
regente em capital sentado
Al ANDALUZ LEVANTADO...
Galiza dizendo NÃO
Portugal
dpenado
sem galo
nemexercito
armado´regeitando
a servidão
foi no Norte´mais que general inverno
que os poucos
que os simples´que os humildes
e a firmes rochasé as profundas tradições
e os inflamados e vivos corações
disseram sim
a tanto que já havia abaixado braços e dessitido
e para o tal inimigo silente ido
procurado abrigo
debaixo das sias
e do estranho refaixo..
uma utopia cantada
de quem da foice´fez espada
de quem firmou pés e não arredou
da MARIA
Maruxa
da fonte
da cy«ultura
filha mãe e guardia
do tal manel´manuel´que é compadre
que é pai
és padre
que mais amor pela vida
assimnão deixou
suas forças
as de sempre
água, terra, vida e continente
que se conhecemé se vivem
qual palma da mão
sobrevivem
escolásticos e eruditos ditos
tremem´quando as forças vivas
se concentram
à volta de um simbolo´hinoque silente as aumenta
seja o eco de uma afronta´que ecoando
de novo se mostra
o "rudo encono" "ssim a surgir
seja que um diz
frente a bretões
e outro nos fala
de Lusitana
assim a se promover e ajudar a fazer crescer
pensa
que o arame farpado
que se estende silente
por todoo lado
e factual ilusão geral
foi gerado
por seres computado,
calculado
para nos cercar
desde dentro
e apagarás luzes de Humano sustento´que nos uniam+que nos unem
quenesse pasadoéscrito ainda a ouro
se aludem´como mensagem«ns de vida´via e virtude
de criatividade geraléunida´perante uma besta fria e silente
assim disfarçada
assim despida se for bem delimitada e nomeada
assim passa
e uiva
e berra
que te quer dentro da alcateia
silente
quando
tu
e e u
que já os sentem
que os sentimos
os deixamos
e vivos
nos afastamos
que nem lhes damos
a nossa força maior
que é aquela
que resguarda a vida
nesse nosso "templo interior"
Honra e dignidade que não se entregam´seja a quem seja
não mais cedam´nem sentido de terra
de mar de mar
de gado a nos alimentar
nem valores universias
inalienáveis a se resguardar´com tudo o que g«'houver
e se souber´para assim fazer velaerénquanto vida houver
e vida em qualidade
para assim poder ver
alambradas virtuais
que não g«galam aos valoes mis fundamentais
ecos de l«ilusão de contas e crescimentos além dos momentos d emão em mão
asasd de esperança
no olharlivre da criança que livre avançaque não éscrava em propria terra´nem condenada´desde nascidaá ser paga
em outra qualquer terra´que não a sua
ESCOLHIDA´não mais compungida
que existe esse que lhe de voz de aviso
e não seja um riso, nem um "pisco´que guarde o redil
que seja o avó
a avô
rijos
que lhe emostre um outro caminho a seguir
e que
livres sme mais termer
esse tal lobo´desde sempr a o«uivar
juntos abr«eremos´comoo fazer
de novo regressar
ásmentes incosncientes que lhe deram carta branca para se soltar
aos lugares - aos canis - às jaulas fev«bris
que tecem teias mil
para nos encadear
em projectos e miragens
e miramento que não correspondem
à nossa "verdad"
que não nos preenchem
que nos enchem
de coisas sem e sentido e Humana "ultilidad"
este canta´cantou pela ultima vez
em carro
de desporto
se desfez...
ficou o eco e of«grito
do vento
desse algo alto eprofundo´
fundamento de vida e de verdade
humanamnete assumida´desde sempre qual espada silenteque arde
que se desembainhaém toda a gente´quando o lobo da noite fria
desde os seus domínos parte´procurano vítimasíndefesas´nas que ceivar-se
essa coragem
que se manifesta
quando a senhora e o senhorém vida á vida testa
quando a criança e o jovem falamé se ligam de novo
além do que parece alei e o que ali«ei manda
reunir e mais não separaréjuntos poder assim
´de novo
colaborar
palavra bonitaém época dita
de "transição"
para os que nem querem olhar
que a submissão
perante a tirania geral
é um direito de opção
se se lhes conta
a
todos
e
a
todas
bem claro
qual a força à que se estão a vergar...
através dos escolhidos´par garantir vida, dignidade, "verdad"
o coração dourado
o sinal deste terra
e dos senhores que lhes corresponde
assim gravado´
em peito
cantado
ali onde o mal estarse confronte
meio está
meio assim se mostra
meio esperando
outro meio
para que a sua força
assim
seja força liberta
beijo de irmão a irmão
beber em malga
de POVO
que esconda
esse beijo que trespassa vida, armadura "tida"
- e coração -
até despertar
para a "sem razão"
e
lembrar
qual a raiz da vida
e
qual da vida
sua verdadeira opção
dormir entre urzes e lama
bases de cama´que tiveram nossos mesmos avós
uns enxergas de palha
de palha colchões
sejam os lares de Portugal
Galiza ou Espanha em geral
os mais altos
por manterem vivos seus destinos
seus fados
seus dignos caminhos
desde sempre trilhados
em fronte de uma tão estranha opressão
olhos nos olhos vistos
mais não amigos "de ocasião"
que implique falsificar
liberdade e libertinagem nomear
que implique
salva guardar
a vida
e
afinal
a vida entre gavetas
encerrar
que implique
assim tão aparente
mente
fraternal
que uns sim servem
para lá chegar
e outros que se conservem
para servir
este tal estado de "bem estar geral"
quem planificou outrora´levou com a maria da fonte
de FRONTE senhora
guardiã da raiz mais profunda
que se aprofunda´mais alémdo que historiador algum possa lagum dia nomear
ao serviço dee stado´velho ou novo
´novas sopas de letras
e aletrias
e alegrias
asim transformar
as raizes mais profundas
sobre os templos inacabados
que resistem e ainda são vistos
um pouco por todos os lados
desta terra nossa
desde Castrjeriz
às torres altas da Navarra,
aos lugares da costa
mais de morte
ou da mais brava
nesses outriros
nesses gentes
nessas tradições de se dare partilhar
de tudo ém roda
no centro da praça comentar
vida
mas não possuida´não escrava´nem vendida
nem comprada
povos livres m volta dos montes e outeiros
celebrando e partilhando muita além de quaisquer dinheiros...
Vida - alta te quero´ver´tais as árvore smais altas que nossa terra se encaregou de gerar
à sua imagem esemelhança
tu és
entre os rios e montes vales e das oceânicas e TITÂNICAS MARÉS
assim sustida
qual
raiz mais profunda
Barca que ainda jaz
expectante
e
VIVA
esperando a teus pés...
a
encontrarás
nem de estado algum maior
nemde estádio algum mais pequeno
nem de negócio simples
nem de gigante anão assim investido
corporativo degredo
grande prenhe de vida
fértil qual uz luzidia
farol para um mundo que procura
um caminho
um lugar um aforma antiga enova de se poder
entre esta noite escura guiar
como não se inspirar
em ti terra verdeém ti altas veredas+em ti mesetas antigas e estremaduras tão quedas...
e flor de água e sal
que alimentou jardins e vidas
de quem a bem sabem tomar
e entre suas pétalasquaisonda svivas´m«bem marejar
e que se estende
desde o mais quente e ali sabe bem namorarém cante que encante quem se reune em roda para aestiva bem labourar
quem se lembrará algum dia´jardim hespéride e amiga´de te encontrar´de novo luzia
jardins de laranjeirasdouradas
debaixo dos pés
das damas e jovens verdadeiras
e dos verdadeiros homens a saberem guardar
nesta nossa cultura
que assim lhes ensinou
a se respeitar
a seber bem esperar
e
juntos labutando
juntos permanecendo e estando
bem "casar"
eram gentes tão firmes
e garridas
e finas
que quando se falava nestas coisas
negras
nem sabiam nem compreendiam
eram estas as nosas gentes
qeu EM VIDA
POR VIDA
PARA VIDA SE UNIAM
assim se vai - deixai-o ir
se a tal 2guerra2 é assim tão boa
que duvido
ela +para aqui
pra mim
para aterraéle torna vir
e - se por cima - lhe fez a cabeça
de tal maneira
então já eu não
rapaz é novo
para encontrar
outra
"mão
que se lhe dê de todo:
"de mão e vida e coração"
Laurindinha
que cantas
o que somos
e levantas
em cvoz de povo
as memórias
que nos cantas
(quem se deixa curpir - mulher - "em lama se torna" - dizia uma certa Rosalia mais ou menos nesta forma)
gentes firmes filhas de fruto agreste
a água que dos outriros corre
e que dá origem
ao pao e á farinha
que tanto nos deste
TERRA ESTA
TERRA NOSSA
que acende vidas
e vidas bem
BRIOSAS
perder um anel´de cpompromisso´com omais profundo
desde o Bierzo
as carvalheiras de traicastela
aos povos humildes de Burgos
aos montes tão duros des e viver em Leão... das vinhas da Rioja, das casonas e das águas e dos verdes - pilares - da Navarra - que norte estranho se fala...
qeu sevais - para esses tais
LIBERAIS
não levas
paixão
o que encontras aqui
serena e firme
na tua firme e digna condição
expor a tua vitlidade
além idade a contratos sem razão al gozes que te explorem
até a propria vida
se esquecer
de ter tempo
para ser "vida"
e a vida nova
de novo ajudar a nascer
"Rosinha"
Flor de candor a mais pura
que se agarra com delicadeza
que se se apanha
em punho
rasga
e em sangue se esvai
com toda a certeza
seja de noite ou luar
tu pertences aqui
tu pertences a este nosso lugar
VIDA - EVA
tu sêmea
eu qual casca
qual dos dois
mais a vida ampara
qual dos dois
mais a vida abraça
quando arosa é teu coração
é a deixas desfolhar
ao vento
de trovas que passam
e de "trovadores"
senhoras, senhores
que vão por aqui passar
que vão vêm sem parar
e levam as rosas fermosas
quais os carvões da Rosalia intemporal
que dizia
que iam
"aos castelões de castela - tal qual"
e regresavam quais carvões
- queimados/ queimadas -
rosas puras, vermelhas ou claras
sem mais
vida
nada para de novo plantar
para vida nova nos dar...
quem quês assim apanhar
sem jeito
sem se compremeter para deo«pois largar
a flor mais belaá árvore da vida´qu no centro do h'jardim crescia
e era guardada
e res«guardada
pelos h'jardineiros bem cuidada
assim desflorada
se não fosse estimada
se não houvesse roda de vida´
nesta península
amiga
que laranjas de oiro procurava
flores
de "azar"
assim encontrava
quais os CALÉS que guardem
sentido de honra e pudor
e quems omos nós
também?
porto´calé aoeste
a estrema
mais dura
a sul
e quem sabe
das origenmais antigas
de quem guarde
as portas das Galaicas terras
do BERÇO
tão lindas
e tão belas
Maragatos se diziaméntre caldos e festas´
iguais a nós se faziam...
quem nega
as cordas de uma guitarra
que o fado
o destino unido e bem cantado
não ecoa aqui
ainda vivo
em coração
assim hoje despido
entre a peninsula inteira ecoado
Portugal, Galiza
região de devoção
em qualquer lado
onde é que a vida
deixou d ser o tesouro mais prezadoé quems e lembrou de vender
sem ninguém que diga´quem entra na rodaálém do coração de quem guarda´de quem seja´de quem veja
de quem saiba e partilhe
de quem assim resguarde
e não se humilleá vender a dignidade maior
por ir para longe de terra
gente
e amor
universal carta magna
universal declaração de Humanidade
universal forma de se dizer
de se traduzir
em ti e em miménestes que so são
e o lembram
além das opções
aguentam
a terra firme
a firme noção de "nação"
tempo, cultura e memória
VIVA
e
MAIORIDADE
sém namoros em trençados
assim - em silencio - entrelaçados
poderiam ser "Salsas" - salsas não são
são de cá" da terra
da terra são
"juntos
no
revueltos"
assim à sua cultura e tradição e vidae forma de vida´permanecem éles e elas
elas e eles
pequenos portentos
grandes histórias vivas
culturas assim
cada qual em seu geito
plantadas e preservadas
entre as romarias
aqui
além
desde sempre "rezadas"
assim possam ser de novo
qual CANTE alentejo
tão pequeno
tão grande
que a HUMANIDADE INTEIRA
além UNESCO
"alevante"
essa que somos
essa que compomos
essa que por dentro clama
essa nossa viva e pura chama
neo liberalismo empedernido
quantas vezes o nosso SIM
sim á terra, sim às gentes
sim ao que nos dá vida é nosso por-vir?...
quantas vezes não ao teu ser mercantil...
de vir.. plantar estandarte
deixarterra queimada
e te esvair?
quantas vezes mais
os teus OLHOS ABERTOS OSBRE MAR DE MAR
procurarão esses ee ssas tapar
com umas oedas
o teu coração livre
sobre avida livre que te foi dada a trilhar
via e vidas entrelaçadas
partidas
além de 2taprobanas"
partias em todas as direcções
bos razões
boas smentes
bons corações
assim ainda ecoados
e em nossas comuns vidas
em vida assim
qual nós
"Manuelinos"
entrelaçados
que foram esses
assim
por nós
assim bem "casados"
por todos os lados estamos
áqui nos manteremos
e se a onda do escuro frio
passa
candeias de amor e vida
de novo acenderemos...
regiõess e culturas
DEFINIDAS
mais não
SEPARADAS
que
nestas
terras
desde sempre
houve
sangues
que se falam
se nomeiam
e nos nomes se entrelaçam
diga-se
GUIMARÃES BERÇO
VIMARANES COMEÇO
Portucale
CONDADO
PORTO de VIDA
em todo o lado
linhagens reais preservados
onde o real termina e acaba
nas gentes mora
assim se reflecte
UMA ROTUNDA
no meio do nadaós sólidos
platónicos, aristotélicos, de vitrúvio...
qual imagem de ser melhor
de quadraturas e círculos
rodas de carros de bois
caminhos de calçada portuguesa
e a beleza
de se ser "realeza"
em terra própria
comcerteza
que a tantos ou ninguém
dizem absolutamente
NADA
(os tais "sólidos matrizes" - que as matrizes e avida não acabam)
em talha dourada
barroco rococó
gravada
a tal matriz
de menina ou petiz
assim
desde cedo" educada"
são vinte anos
não é nada
diza corporativa internacional mente
elucidada
antes
de igual forma
antes igualmente "educada"
os lugares onde as portas permanecem abertas
onde não há medo e avida se não tranca
e as pessoas
HUMANOSS ERES
E
LIVRES
olham bem nos olhos
na noite mais escura
ainda
cara a cara
nos que vale uma mão
uma mão dada
uma mão estendida´contrato de palavra
honrada
uma mão
assim entregue
em vida
para avida toda prendada
solidos dourados
que já me tantos lados
nem dizem
nem contam
nem fazem mesmo nada...
pelo teu zêlo
"por tu celo"
santa
nem martir nem nada
porque ouviste
do
"regem angelorum"
a palavra
palavra de dourada forma
em amor se clama
entre as espirais
e as catedrais
dos conhecimentos
que logo desabam
pedra eterna
eterna chama
que se guarda
entre os tais "ricos"
sendo os tais
mesmo pobres
que tal virtude maior
ainda
lembram e honram e guardam
Coração que clama
desde S. Domingos - de uma certa "Calçada" Romana
de construti'ores de Pontes
de ligações às gentes e corações
desde outro- São João
Otegas e urzes
que assim construíam pontes
HUMILDES entre lugares
entre gentes
entre linhas dispares
quantos passos a ecos«ar nestes tempos
quantos a se concentrar em novo e semelhante afim fundamento
de esperança, de fraterna andança
de levar saco a costas, baixo o mesmo calor, amesma luz d eluar e de sol, amesma chuva, as mesmas dores, os mesmos belos emágicos primores´de se reconhecerem´HUMANIDADES
aqui e ali
ENTREE STES NOSSOS
DELES
VOSSOS
entre eestes nossos valores
"ancestrales"
ancestroségregios
ditos
ainda
ainda não manifestos
que "cantaba la gallina - después de asada"?
onde repousam - agora em vida?
dentro de templo
galo e galinha
e a linha
do seu fundamento...
foi o
AMOR
que despertou o dormente
foi o amor que despertou o poder vigente
foi o amor que desatou as cordas do pobre ndigente
que rumava e nada fizera
nem prata nem ouro nem bronze carregara
apenas oq ue era seu de levar
daqui´para esse tal
"outro lugar"
o que nem s compra
nem se pode comercializar
pois nesse outro mundo
al´«em dos véus do templo
do dormiré despertar
nada disso passa
nada do que achamos tão importante e real e veraz
pouro de tolos
lume baço
chama que leva
aos lugares mais recónditos
ao frio e gélido espaço
foi por amor
que galo assim cozinhado
como porto
do galoé o galo que temos ao lado
que era assim sendo frio
servido
ao poder instituído
se fez de novo "VIVO"´
e de vida deu testemunho
perante olhares incrédulos
de quem regia
quem assistia
é
hoje
de todo o mundo
se fez voz
PRESENTE
quele e aquela
que na nossa cultura
parecem ainda ausentes
desde Barcelos chama
nestes tempos
de chamae de familia que clama
BAR - Filho
de
"algo" que se ergue e levanta
todas as manhãs assim testemunha
todas as noites se cala
noites frias e escuras
assim congregam
esses altos valores´que entre carros de bois nos chegam
(aparelhade os peitos, para glorioso afã...)
em asas vivas
cheias de vida assim voa
e sonha
e dá origem a novas vidas
sonhos em perspectiva
sonhos que venham desde o centro
desdea fonte
que nos confrontem
de frente
em mesmo olhar se agitam
e as estrelas do universo inteiro
entre olhares de vida
assim entre nós se agitam
pedras filosofais
dntro do vntre
da vida
EVA assim chamada
árvore escondida
apenas tocada´pela força da vida chamadaém honra de novo tidaem dignidade assim concebida
qual uma prendaPRESENTE
que se entrega a quem a guarde
e enquanto se espera
se confia
que estes´
lugares e gentes tais
recebam
nestes
"natais"
a prenda mais "altiva"
mais humilde
mais viva
a mais bela prenda
que é
VIDA
vida que se compreenda
nem se codifica
nem se faz coisa inaudita
fala
canta
e
chora
e em silencio
a vida toda explica
entre os braços
aconchego
e
sonho
de mar de maor sereno
assim atravessado
qual cabo
de tormentas
assim
virado
em
"boa espr'ança"
nomeado
sendo Amor
sendo Ser
senhora
ou
senhor
que bem saiba
ensinar e aprender
ao mesmo tempo explicar
e todo e todos
em silencio
assim despertar
sabia
sabio
educa
sem mais nada
se dá
sendo tudo
de todos precisa
esta mensagem
escondida
em
"pedra"
vivente
veramente
filosofal
de quem ama
HUMANIDADE
sendo a tal
em especial
se transforma
à medida que sonha e cresce
em HUMANIDADE
e DEVOÇÃO
em OPÇÃO
caminho e via
qu se anuncia
com um berro
que diga
"hei! estou aqui!
e
na sabedoria
de se ter aprendido
se despeça
num simples suspiro
tudo e todos trespassa
de coração vivo em peito
sendo branco, rosa, ou preto
galo pinto
assim descrito
galo pintado
assim inaudito
canta
a essa tal
"aurora forte"
ponto
"norte"
dourada
alvorada
por dentro
nova vida
vida nova
de novo
honrada
qual pedestal, qual catedral, qual pedra lavrada
ainda que tão bem tecida
entendida
entrançada
e codificada
que substitua
a vida
a nossa
VIDA HUMANA?
são os lugares - dede áfrica - a norte, centro ou sul... são os pequenos primores...
engtre as índias amores... goa damão e diu...
são os mais sacros
os tais
os que agora chineses
em macau foramtambém connosco maiorias
são os dos confins
das austrálias
que têm gerações de gentes nossas em guarda
e ao pé
gentes que fala
e quando cantamé dizem "pátria"
a nosso comum linguagem
desde a península levantam...
ecos de umasó voz
que cheg vida
assim
também a nós
impusos de vida e coragem
se eles aguentaram e esperaram
sem desesperar
teceram pontes muito além mar
sem barcas as atravessaram
sem mastros os ventos cruzaram
e sem remos calmarias passaram...
e em ecos
de vidas
ali idas
regressadas
assim trazendo de volta
chamas vivas
de esperança
incontidas
lidas e cantadasén voz de criança lavradas
sementes vividas
pequenas grandes perpectivas
do que é ser "livre" entre TODAS AS NAÇÕES
partilhando
mão em peito
o que nos une também a nós...
(agora que tudo leste
que pensas...
que dizem...
éstas "crianças"
que cantam
te abraçam
trespassam
tempos e mares
e chegam
desde o "além"
desde então
até estes "lugares"
por ter vivido o que tu agora viste
e terem passado
pelo que tu nunca sentiste
plantamos nós flores de vida e virtue
de amor maior
que fala
fraternoém voz
de algo simples e eterno
que se compreende
além mente
além tempo
além lugar
e que a voz dos mais simpes de entre os simples
nos pode
de novo
ajudar
a evocar
de Timor Leste
"nossa Nação"
tão jovens
com tal profunda e viva noção
qual a mensagem que em nós evocam
pela semelhante linguagem
algo aqui
em ti e em mim
por nós
assim advocam
quando mão em peito o explicam
será "ismo"
será "verdade"
será da vida plena
a vida
em sua própria existência
seja em palavra
sentida
cantada
por criuanças trazida
até ao fim de um texto
traduzida
Añoranza
Morriña
Saudade
de que
meu senhor
de quemmeinha senhora
das coisas que se penhora
ou da vida
que silente
esperando
ainda por nós chora
e agarda
que chegue a sua humilde
e simples hora
"regem angelorum"
voz maior
vida e promessa
em forma
Humana
que símbolo mais não compreenda
aquilo que aqui se "declama"?
"... E É AMAR-TE ASSIM
PERDIDAMENTE
E
É
SERES
ALMA
E
SANGUE
E
VIDA
EM
MIM
E
DIZÊ-LO
CANTANDO
A
TODA A GENTE...
NOS PASSOS DO CORAÇÃO
ESSE TAL
SILENCIO QUE TUDO PREENCHE
QUE É
SIMULTANEAMENTE
CALMO VAZIO E ELOQUENTE
ESSE SONHO
POR VEZES
EM COLO RIDENTE
UNIVERSO EM VITRAL
DE VIVA CATEDRAL
FRENTE A FRENTE
e uma "orla"
circulo
de vida
chegou até aos confins
e sendo assim
uma trra UNIDApelo amor
assim sustida
surge das águas
do tumultusoso mar
que cobria
assim em azul
de sonho
guardada
em verde esperança
tida e achada
o porto de onde jorrou a esperança
que se desvenda
nos véus
de quem veh'ja e sinta e compreenda
véus de espuma
da bruma
assim desvelados
quando for uma
onda
de vida e amor
fraternos
nós
em
todos os lados
DE ILHA
(humana ilha, que pensa e sente e cha que não o é)
EM
CONTINENTE
(de gente... certamente - que se une, s encadeia - em humana e viva candeia - se dá as mãos - e se sustém - sobre a terra verde que se agita qual maré a seus pés)
E
sendo assim
CONTINENTE
(ao mesmo tempo - eterna e PRESENTE, ao mesmo tempo - indefinida e tida - entre os braços amiga - que se explica sem se notar,que nos envolve e arroupa sem nos trancar - liberdades entre as maioridades - liberdades onde esses novos olhares - de vida nova nos preencham e se saibam - e mecham - com os cordelinhso de quem puxa - os tais "teares" novos - que não tecem "linhos" para esse lugares... nos que se faziam os virtusoso e dignos "plantares")