Uma mensagem de esperança… uma mensagem de boa bonança – uma
mensagem de socorro – quando tudo em volta – amplo ou não – apela à via e
caminho que leva ao coração…
Assim vemos, ou sabemos – o quanto de nós temos e o quanto
ainda há por descobrir – seja em factos, seja em gestos sejam em caminhos novos
ainda apor abrir…
Às vezes penso – nos seres Humanos – os tais Velhos – que
deixamos por ai… enquanto os novos correm e os deixam… lá atrás – a onde estes
possam chegar ou ir…
Penso no “Homem do Leme” – quem será esse ser actual – quem
pegará na barca que nos leve e a faça ir além do bem e do mal, do vendaval, do
que parece separar, do que nos una – essa tal ilha no meio do mar a Brilhar?...
ÁS vezes – será um penedo de gelo – que faça naufragar – uma
iniciativa, uma pessoa, um qualquer grande (ou pequeno lugar);
E quando notamos – entre o nevoeiro – destes nossos dias a
se demarcarem – pessoas, instituições lugares, vidas inteiras a se separarem…
então é tempo da campainha fazer soar… de dar sinal de perigo e o S.OS
transmitir sem duvidar…
Quantas barcas de luz naufragam- entre o medo, a dúvida e
falta de sentido- se apagam – sem à ilha conseguirem chegar?
Quantas ficam – varejadas – entre as ondas dos dias e das
rotinas vazias, quantas se deixam assim deixar ?...
E quem vai levar essas barcas – esta barca – a bom porto –
sem mais duvidar – entre os tempos, os verdadeiros fundamentos – que como os
esteios de barcos serenos – de barcos récios – destes nossos barcos – os que
temos – para a tempestade campear…
Pondero – quem, como chegar além – deste tempo de aparências
sem par – nos que podemos ter tudo, estar entre todos e – sós – assim afundar…
Lembrar Timor – e essa gente “maior” – na montanha a “vogar”
– indo.. silente.. continuando – presente – em roda viva e sem parar..
seja esse o motor mor – maior – que dá azo q a que a barca
continue a avançar..
Seja esse o vento silente – como chama na noite mais quente
– que se possa mais não apagar…
guiando caminho entre a noite.. .e entre a noite mais escura
nos iluminar…
Assim lembrando – a simplicidade e o lugar e as gentes e o
seu partilhar - pondero – neste nosso desenvolvido lugar – quantas pessoas,
quantas “almas boas” ainda estão por reunir e juntar… numa nova barca – pequena
– que seja ao mesmo tempo o tema – coeso – para no mar não afundar e ao mesmo
tempo harmónico, assim entrelaçado entre as ondas para entre as ondas poder
assim vogar…
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