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domingo, 7 de setembro de 2014

Uma poesia em "milhentas partes" - tu a podes ajudar a (concretizar) rimar






Uma mensagem de esperança… uma mensagem de boa bonança – uma mensagem de socorro – quando tudo em volta – amplo ou não – apela à via e caminho que leva ao coração…

Assim vemos, ou sabemos – o quanto de nós temos e o quanto ainda há por descobrir – seja em factos, seja em gestos sejam em caminhos novos ainda apor abrir…

Às vezes penso – nos seres Humanos – os tais Velhos – que deixamos por ai… enquanto os novos correm e os deixam… lá atrás – a onde estes possam chegar ou ir…

Penso no “Homem do Leme” – quem será esse ser actual – quem pegará na barca que nos leve e a faça ir além do bem e do mal, do vendaval, do que parece separar, do que nos una – essa tal ilha no meio do mar a Brilhar?...

ÁS vezes – será um penedo de gelo – que faça naufragar – uma iniciativa, uma pessoa, um qualquer grande (ou pequeno lugar);
E quando notamos – entre o nevoeiro – destes nossos dias a se demarcarem – pessoas, instituições lugares, vidas inteiras a se separarem… então é tempo da campainha fazer soar… de dar sinal de perigo e o S.OS transmitir sem duvidar…

Quantas barcas de luz naufragam- entre o medo, a dúvida e falta de sentido- se apagam – sem à ilha conseguirem chegar?

Quantas ficam – varejadas – entre as ondas dos dias e das rotinas vazias, quantas se deixam assim deixar ?...

E quem vai levar essas barcas – esta barca – a bom porto – sem mais duvidar – entre os tempos, os verdadeiros fundamentos – que como os esteios de barcos serenos – de barcos récios – destes nossos barcos – os que temos – para a tempestade campear…

Pondero – quem, como chegar além – deste tempo de aparências sem par – nos que podemos ter tudo, estar entre todos e – sós – assim afundar…

Lembrar Timor – e essa gente “maior” – na montanha a “vogar” – indo.. silente.. continuando – presente – em roda viva e sem parar..
seja esse o motor mor – maior – que dá azo q a que a barca continue a avançar..
Seja esse o vento silente – como chama na noite mais quente – que se possa mais não apagar…
guiando caminho entre a noite.. .e entre a noite mais escura nos iluminar…

Assim lembrando – a simplicidade e o lugar e as gentes e o seu partilhar - pondero – neste nosso desenvolvido lugar – quantas pessoas, quantas “almas boas” ainda estão por reunir e juntar… numa nova barca – pequena – que seja ao mesmo tempo o tema – coeso – para no mar não afundar e ao mesmo tempo harmónico, assim entrelaçado entre as ondas para entre as ondas poder assim vogar…

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